:) Como já repararam houve mudanças por estes lados...
E quero agradecer à Di, que foi fabulosa comigo!! Muito prestável desde o inicio!
E é a ela que devo aplaudir de pé, pela mudança que me fez no blog, está estrondoso!!
Adorei =D
Mesmo não me conhecendo pessoalmente, consegiu por o blog mesmo ao meu estilo, é a "minha cara", as cores, o desing das letras, as imagens, está perfeito!
Obrigada*
domingo, novembro 30, 2008
quarta-feira, novembro 12, 2008
domingo, outubro 26, 2008
Apenas um Sonho...

Hoje sonhei contigo.
Sonhei como se nos devorassemos, como se fosse uma ultima vez, com a pressa e a ansia de quem sente que não há tempo a perder!
Há certas pessoas por quem a atracção física é inexplicável, como é possível sentir algo tão forte?!
Parece que à mínima coisa podemos perder o controlo, deixar o desejo falar mais alto que a razão... Parece tão fácil seguir um simples impulso...
Mas não. Não vou nem quero perder o que tenho. Jamais deixarei isso acontecer, apenas por um capricho, sentimento de poder.
Por isso, se nos cruzarmos um dia, na mais casual das circunstâncias, saberás que nos gestos e nas palavras nunca estará a verdadeira essência da nossa relação.
quinta-feira, outubro 16, 2008
Pensar é trair?
Ultimamente ando atenta a conversas/debates sobre este tema da traição e li este comentário num blog, leiam =) e... comentem!
"Se pensar é trair, então sou da mesma opinião que a diaba, não se safa uma alminha. E mesmo a vontade associada ao que se escreve, ou o facto de conhecer a pessoa... acho que nada tem a ver. Porque, para mim, trair é o acto de esvaziar um casamento ou relação de sentido. Ou seja, trair é acabar com o que se sente com a pessoa que se está a trair. Logo, se a pessoa com quem assumimos um compromisso continua a ser a nossa metade e o nosso futuro, e a pessoa que nos responde on-line o nosso massajador de ego, não vejo traição em lado nenhum! Ou quando uma pessoa vê assim uma cena mais interessante no cimena e se imagina lá, com aquele mesmo actor já é uma traição? Claro que não. Portanto, vontade, pensamento e conversas ou mesmo sexo virtual, não é traição."
"Se pensar é trair, então sou da mesma opinião que a diaba, não se safa uma alminha. E mesmo a vontade associada ao que se escreve, ou o facto de conhecer a pessoa... acho que nada tem a ver. Porque, para mim, trair é o acto de esvaziar um casamento ou relação de sentido. Ou seja, trair é acabar com o que se sente com a pessoa que se está a trair. Logo, se a pessoa com quem assumimos um compromisso continua a ser a nossa metade e o nosso futuro, e a pessoa que nos responde on-line o nosso massajador de ego, não vejo traição em lado nenhum! Ou quando uma pessoa vê assim uma cena mais interessante no cimena e se imagina lá, com aquele mesmo actor já é uma traição? Claro que não. Portanto, vontade, pensamento e conversas ou mesmo sexo virtual, não é traição."
domingo, outubro 05, 2008
http://sexosemnexopt.blogspot.com
"Um dia faço um blog apenas para responder aos 27(!) e-mails que recebi nos últimos dias. Mulheres que leram o post anterior e que não deixaram passar um pormenor: eu já fui amante de um homem.
E escreveram-me sobre isso. Sobre o texto, sobre o perdão, não falaram mas sobre esse pormenor acharam-se no direito de opinar.
Não me lembro de ter pedido a opinião sobre o assunto nem tão pouco admito juízos de valor de quem não conheço. A avaliar pelo que li parece que tenho capacidades fantásticas de desiludir pessoas que não conheço nem me conhecem a mim.
Por isso um dia faço um blog. E conto uma história. A minha e a das outras. Das outras que tal como eu também foram outras mas não deixaram de ser pessoas.
E talvez essas 27 leitoras percebam que nem todas as amantes são putas e nem todas as esposas são santas; nem todos os maridos são infiéis e nem todos os infiéis são cabrões.
E que há histórias erradas mas que dão aparência de ser certas e certas baseadas em pressupostos errados.
Por isso um dia faço um blog. Não sei se terá muitas leitoras.
Qualquer esposa insegura prefere dores de parto, depilação a quente ou mudar um pneu de um camião a ter de ler algo sobre infidelidade.
Qualquer esposa insegura prefere ser amiga do diabo a ter uma outra como amiga.
Fala-se de infidelidade como se fala de uma doença sem cura. Baixinho, baixinho para ninguém ouvir. E tal como uma doença sabe-se que existe mas espera-se (e reza-se) para que nunca nos calhe a nós.
Por isso um dia faço um blog. Vamos falar dos truques delas, deles e das outras? Vamos falar dos jogos sujos delas, deles e das outras? Vamos falar das vidas delas, deles e das outras?
Vamos, pois. Mas é tudo um faz de conta. A infidelidade não existe. Durmam descansadas."
http://sexosemnexopt.blogspot.com/
E escreveram-me sobre isso. Sobre o texto, sobre o perdão, não falaram mas sobre esse pormenor acharam-se no direito de opinar.
Não me lembro de ter pedido a opinião sobre o assunto nem tão pouco admito juízos de valor de quem não conheço. A avaliar pelo que li parece que tenho capacidades fantásticas de desiludir pessoas que não conheço nem me conhecem a mim.
Por isso um dia faço um blog. E conto uma história. A minha e a das outras. Das outras que tal como eu também foram outras mas não deixaram de ser pessoas.
E talvez essas 27 leitoras percebam que nem todas as amantes são putas e nem todas as esposas são santas; nem todos os maridos são infiéis e nem todos os infiéis são cabrões.
E que há histórias erradas mas que dão aparência de ser certas e certas baseadas em pressupostos errados.
Por isso um dia faço um blog. Não sei se terá muitas leitoras.
Qualquer esposa insegura prefere dores de parto, depilação a quente ou mudar um pneu de um camião a ter de ler algo sobre infidelidade.
Qualquer esposa insegura prefere ser amiga do diabo a ter uma outra como amiga.
Fala-se de infidelidade como se fala de uma doença sem cura. Baixinho, baixinho para ninguém ouvir. E tal como uma doença sabe-se que existe mas espera-se (e reza-se) para que nunca nos calhe a nós.
Por isso um dia faço um blog. Vamos falar dos truques delas, deles e das outras? Vamos falar dos jogos sujos delas, deles e das outras? Vamos falar das vidas delas, deles e das outras?
Vamos, pois. Mas é tudo um faz de conta. A infidelidade não existe. Durmam descansadas."
http://sexosemnexopt.blogspot.com/
http://sexosemnexopt.blogspot.com
"Em dias de azar pedimos perdão. Perdão por isto e por aquilo. Perdão a este e aquele. Pedimos todos porque erramos todos. O perdão é um desculpe mais sentido ou a consequência de um erro maior.
Pedir perdão é um erro e perdoar um erro maior. Quem pede perdão, pede esquecimento e quem perdoa não consegue esquecer.
O erro fica guardado como um trapo velho numa gaveta e só será despachado quando outros trapos se juntarem. Ninguém despacha um trapo mas muitos despacham-se num instante. E nesse dia, quando despachamos um erro, pegamos nele e tocamos-lhe com cuidado.
As feridas que julgávamos curadas voltam a abrir.
Ele pediu-lhe perdão por uma (?!) infidelidade e ela, na ânsia de o ter, disse que perdoava.
Esquecer, não esqueceu.
Lembrava-se disso em cada segundo que ele se atrasava ou cada vez que lhe revistava as coisas pessoais. Disse que o perdoava mas não esqueceu.
A vida de ambos virou guerra cuja arma de arremesso era o perdão. Ela atacava-o com o perdão concedido e ele defendia-se com o perdão pedido.
Uma guerra.
Hoje ele pediu-me perdão. A mim. Mas eu era a outra e as outras não perdoam ou não têm nada a perdoar. As outras têm gavetas para guardar os trapos que são só seus.
Os anos passaram e a minha vida é paz. A deles é guerra. A guerra do perdão não esquecido."
http://sexosemnexopt.blogspot.com/
Pedir perdão é um erro e perdoar um erro maior. Quem pede perdão, pede esquecimento e quem perdoa não consegue esquecer.
O erro fica guardado como um trapo velho numa gaveta e só será despachado quando outros trapos se juntarem. Ninguém despacha um trapo mas muitos despacham-se num instante. E nesse dia, quando despachamos um erro, pegamos nele e tocamos-lhe com cuidado.
As feridas que julgávamos curadas voltam a abrir.
Ele pediu-lhe perdão por uma (?!) infidelidade e ela, na ânsia de o ter, disse que perdoava.
Esquecer, não esqueceu.
Lembrava-se disso em cada segundo que ele se atrasava ou cada vez que lhe revistava as coisas pessoais. Disse que o perdoava mas não esqueceu.
A vida de ambos virou guerra cuja arma de arremesso era o perdão. Ela atacava-o com o perdão concedido e ele defendia-se com o perdão pedido.
Uma guerra.
Hoje ele pediu-me perdão. A mim. Mas eu era a outra e as outras não perdoam ou não têm nada a perdoar. As outras têm gavetas para guardar os trapos que são só seus.
Os anos passaram e a minha vida é paz. A deles é guerra. A guerra do perdão não esquecido."
http://sexosemnexopt.blogspot.com/
domingo, setembro 28, 2008
O meu maior desejo...
O meu maior desejo não é conseguir acabar o curso no tempo previsto nem ter sucesso profissional.
O meu maior desejo não é sair de casa o quanto antes.
O meu maior desejo não é casar e ter filhos.
O meu maior desejo não é ter dinheiro suficiente para não passar fome.
O meu maior desejo é poder ouvir um dia que vocês, pai e mãe, têm orgulho na vossa filha.
terça-feira, setembro 23, 2008
terça-feira, setembro 16, 2008
Sem-abrigo
Encontrei esta fotografia num blogue já há algum tempo.O pedinte é um toxicodependente, sem-abrigo.
O grupo de pessoas que estão ao seu lado quase a pisar-lhe, são na sua maioria políticos. O tema de conversa é política e globalização.
Enquanto falam vão recuando até não poderem mais. Ignoram o jovem totalmente. É a indiferença bem visível.
É assim que lidamos todos os dias com os sem-abrigo.
Fechamos os olhos quando passamos por eles, não falamos nos sem-abrigo e quando nos pedem uma moeda, simplesmente recusamos-lhe.
Olhamos para eles e sentimo-nos incomodados.
Incomodados e impotentes.
Podemos aliviar a consciência com uma moeda.
Ou com comida.
Ficamos aliviados mas não curados.
Há qualquer coisa que continua a roer por dentro.
A culpa não é nossa.
Individualmente.
Se calhar nem deles.
Individualmente.
É bom que nos sintamos incomodados.
Será ainda melhor que façamos alguma coisa.
Alguma coisa significativa.
Alguma coisa que os alivie.
E tambem alguma coisa que evite o aparecimento de outros como eles(eventualmente nós próprios).
http://semabrigo.no.sapo.pt/
http://semabrigo.no.sapo.pt/
terça-feira, agosto 26, 2008
=(
"Bola de merda"
"Bola de merda"
"Bola de merda"
É o que me define.
E surge de novo um nó na garganta.
E não consigo reter as lágrimas.
E surge de novo a dor de cabeça.
E de novo a vontade imensa de acabar com esta palhaçada toda a quem alguém chama de vida.
E todos os dias enlouqueço mais um bocadinho.
Até ao dia.
Cansada...
Estou cansada dos limites que se perderam.
Cansada deste absurdo relativismo que confunde as pessoas... que são cada vez menos pessoas.
Não sou melhor do que ninguém, porque também a mim me falta tantas vezes o rumo, mas sei que não olharei para trás quando algum dia, se tornar necessário sair do meu mundo e lutar por um sorriso que seja no rosto de quem é importante para mim.
Estou cansada de silêncios egoístas e de palavras sem sentido.
Não sou melhor do que ninguém, porque também a mim me falta tantas vezes o rumo, mas sei que não olharei para trás quando algum dia, se tornar necessário sair do meu mundo e lutar por um sorriso que seja no rosto de quem é importante para mim.
Estou cansada de silêncios egoístas e de palavras sem sentido.
Cansada da decepção com o que por aí se vê.
Cansada que doa... Cansada.
Cansada de estradas sem sentido.
quinta-feira, agosto 07, 2008
Sufoco

Sufoco.
A cada palavra não dita.
Sufoco, na verdade, perco o ar.
Sinto-me mais que amarrada, numa teia de aranha que me prende as pernas e os braços e que não me permite perder-me no dia, na noite, nas horas... em mim!
E espero, já sem fôlego, que venha uma lufada de ar fresco que me desenlace destas cordas de fumo e me deixe sentir como é ser Livre...
quinta-feira, julho 31, 2008
Hoje não
sexta-feira, julho 04, 2008
Educação Social
Sugestões de matérias de trabalho para Educadores Sociais:
Alcoolismo
Animação de Crianças
Animação de idosos
Código deontológico e Ética
Colocação da Voz
Desenvolvimento de Candidaturas a
financiamentos comunitários
Desenvolvimento de Projectos de
intervenção familiar
Direito Social
Rendimento Social de Inserção
Educação de Adultos
Minorias etnias
Gestão de Qualidade nas IPSS
Deficiência
Educação Parental
Empreendedorismo em Educação Social
Equipas de rua
Expressão corporal
Falar em Publico
Famílias multi-problemáticas
Crianças e jovens em Perigo
Institucionalização de Crianças e Jovens
Gravidez na adolescência
O papel do Educador Social
Desenvolvimento Pessoal
Introdução ao SPSS
Promoção de Competências Parentais
Orientação Escolar e Profissional
RVCC
Doença mental
Gerontologia / Geriatria
Gestão de Instituições Sociais
Gestão do stress
Inteligência emocional
Sexualidade na adolescência
Abordagem sistémica
Terapia/Mediação familiar
Dinâmicas de grupo
Igualdade de Oportunidades
Criminalidade
Insucesso escolar
Intergeracionalidade
Linguagem Gestual
CPCJ
Organização de Eventos
Primeiros Socorros
Saúde Ambiental
Gestão económica e familiar
Toxicodependência
Mediação Familiar
Violência Familiar
Abusos Sexuais
Alcoolismo
Animação de Crianças
Animação de idosos
Código deontológico e Ética
Colocação da Voz
Desenvolvimento de Candidaturas a
financiamentos comunitários
Desenvolvimento de Projectos de
intervenção familiar
Direito Social
Rendimento Social de Inserção
Educação de Adultos
Minorias etnias
Gestão de Qualidade nas IPSS
Deficiência
Educação Parental
Empreendedorismo em Educação Social
Equipas de rua
Expressão corporal
Falar em Publico
Famílias multi-problemáticas
Crianças e jovens em Perigo
Institucionalização de Crianças e Jovens
Gravidez na adolescência
O papel do Educador Social
Desenvolvimento Pessoal
Introdução ao SPSS
Promoção de Competências Parentais
Orientação Escolar e Profissional
RVCC
Doença mental
Gerontologia / Geriatria
Gestão de Instituições Sociais
Gestão do stress
Inteligência emocional
Sexualidade na adolescência
Abordagem sistémica
Terapia/Mediação familiar
Dinâmicas de grupo
Igualdade de Oportunidades
Criminalidade
Insucesso escolar
Intergeracionalidade
Linguagem Gestual
CPCJ
Organização de Eventos
Primeiros Socorros
Saúde Ambiental
Gestão económica e familiar
Toxicodependência
Mediação Familiar
Violência Familiar
Abusos Sexuais
terça-feira, julho 01, 2008
Receita
domingo, junho 29, 2008
Gosto de ti...
Sim.
Dei por mim a pensar no quanto gosto de estar contigo.
E dei mais um passo… dei por mim a pensar no quão difícil seria viver sem ti.
Não é acomodação.
É que me fazes falta.
É que hoje senti a tua falta e ainda ontem tivemos juntos.
Sim.
Tenho saudades tuas.
Gosto de ti.
O que é diferente de dizer que te amo.
Isso seria um passo maior que a perna.
Simplesmente gosto de ti… e gosto disto assim!
Dei por mim a pensar no quanto gosto de estar contigo.
E dei mais um passo… dei por mim a pensar no quão difícil seria viver sem ti.
Não é acomodação.
É que me fazes falta.
É que hoje senti a tua falta e ainda ontem tivemos juntos.
Sim.
Tenho saudades tuas.
Gosto de ti.
O que é diferente de dizer que te amo.
Isso seria um passo maior que a perna.
Simplesmente gosto de ti… e gosto disto assim!
Aprendi que existir amor numa relação não é sinónimo de felicidade.
Aprendi que amar é uma coisa.
Que gostar é outra.
E que a construção de uma relação em bases sólidas mesmo ausente de amor me faz feliz.
Dá-me tudo aquilo que a relação embebida de amor não me deu.
(Vamos ver é até quando... porque já a minha bisavó dizia “O que é bom, acaba depressa”)
Traição?
Encontrei este comentário num blog...
" Vivo uma relação caricata.
EU, ELE e as outras e os outros.
Eu gosto dele, ele gosta de mim, e as outras gostam dele (e ele das outras de uma forma diferente) e outros gostam de mim ( e eu deles de uma forma diferente também).
A "namorada" sou eu. O "namorado" é ele.
Diz ele e digo eu, pensam os amigos dele e os meus, os olhares menos atentos, as mentes menos abertas, etc. As outras e outros, são,enfim... as outras e os outros!
São o resultado da necessidade permanente do ser humano de seduzir, de nunca estar satisfeito. E da necessidade de ser seduzido... (muita rapariga e rapaz incauta(o) por ai...não sei como caiem na conversa...juro!) A minha relação é eu, ele e as outras e os outros.
A verdade, é que eu sou como a mais velha do "harém", sou eu que estou com ele à mais tempo. O verdadeiramente impossivel de acreditar é que cada uma das "outras" acredita que é unica, e raras são as que desconfiam da minha participação e do que eu sei.
Sei demais, sei tudo.
E ele é o mais velho do meu "harem" and so on...lol(ele também sabe de tudo!)Mas o que me dá mais gozo, é estar com ele e receber uma sms de uma outra:"Ondes estás?Que estás a fazer?Anda ter comigo." e ele dar-me o telemovel pa mão para eu responder:"Agora não me dá jeito, estou fazer aquele trabalho importante!"Quando na verdade, estamos à dois dias enfiados na cama, a "trabalhar". ;)
Sou a "oficial", sendo a "outra".
E confesso, adoro estar assim...porque quando estamos os dois, estamos só os dois...porque por mais que queiram negar ou ignorar, ser a "outra" traz apenas 5% das chatices que uma "oficial".
E pra chatices...Não há pachorra!"
E o que é certo é que me deixou a pensar...
" Vivo uma relação caricata.
EU, ELE e as outras e os outros.
Eu gosto dele, ele gosta de mim, e as outras gostam dele (e ele das outras de uma forma diferente) e outros gostam de mim ( e eu deles de uma forma diferente também).
A "namorada" sou eu. O "namorado" é ele.
Diz ele e digo eu, pensam os amigos dele e os meus, os olhares menos atentos, as mentes menos abertas, etc. As outras e outros, são,enfim... as outras e os outros!
São o resultado da necessidade permanente do ser humano de seduzir, de nunca estar satisfeito. E da necessidade de ser seduzido... (muita rapariga e rapaz incauta(o) por ai...não sei como caiem na conversa...juro!) A minha relação é eu, ele e as outras e os outros.
A verdade, é que eu sou como a mais velha do "harém", sou eu que estou com ele à mais tempo. O verdadeiramente impossivel de acreditar é que cada uma das "outras" acredita que é unica, e raras são as que desconfiam da minha participação e do que eu sei.
Sei demais, sei tudo.
E ele é o mais velho do meu "harem" and so on...lol(ele também sabe de tudo!)Mas o que me dá mais gozo, é estar com ele e receber uma sms de uma outra:"Ondes estás?Que estás a fazer?Anda ter comigo." e ele dar-me o telemovel pa mão para eu responder:"Agora não me dá jeito, estou fazer aquele trabalho importante!"Quando na verdade, estamos à dois dias enfiados na cama, a "trabalhar". ;)
Sou a "oficial", sendo a "outra".
E confesso, adoro estar assim...porque quando estamos os dois, estamos só os dois...porque por mais que queiram negar ou ignorar, ser a "outra" traz apenas 5% das chatices que uma "oficial".
E pra chatices...Não há pachorra!"
E o que é certo é que me deixou a pensar...
O que é a infidelidade? Existe realmente? E começa onde? Pelos olhares, pelo pensamento, pelo desejo ou pela acção concreta em estar com outra pessoa?
Encontrei tambem outras frases interessantes...
"Qualquer esposa insegura prefere ser amiga do diabo a ter uma outra como amiga. Fala-se de infidelidade como se fala de uma doença sem cura. Baixinho, baixinho para ninguém ouvir. E tal como uma doença sabe-se que existe mas espera-se (e reza-se) para que nunca nos calhe a nós."
"Ele pediu-lhe perdão por uma (?!) infidelidade e ela, na ânsia de o ter, disse que perdoava. Esquecer, não esqueceu. Lembrava-se disso em cada segundo que ele se atrasava ou cada vez que lhe revistava as coisas pessoais"
"Hoje ele pediu-me perdão. A mim. Mas eu era a outra e as outras não perdoam ou não têm nada a perdoar. As outras têm gavetas para guardar os trapos que são só seus."
E volto a fazer perguntas para as quais só tenho respostas confusas...
Porque a necessidade de trair? Não será possível gostar de alguem e desejar outro alguem? Sim, porque... amor e paixão/desejo são coisas diferentes... não?
Será benéfico para uma relação umas escapadinhas de vez em quando? Para valorizar assim o que se tem "em casa"?
Gostaria imenso de ouvir as vossas respostas =)
quarta-feira, junho 11, 2008

Imagens que falam... Imagens que me fazem chorar e me provocam uma ansia desmedida para correr pelo mundo fora e lutar o máximo que poder para evitar situações de tamanha falta de vida... SÃO SERES HUMANOS! Iguais a mim, a ti e a outras tantas pessoas! Na primeira fotografia, não sei se repararam, mostra uma criança sudanesa agonizando de fome e um urubu, ao lado, que só esperava que ela morresse para devorá-la...
Imagens de um artigo que encontrei de 1999. O fotógrafo Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer pela captura das imagems e, nesse mesmo ano, suicidou-se.
É para perderem 5minutos do vosso tempo para reflectir... mas sobretudo agir!
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